sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Apostas para os vencedores do Oscar 2014



Com os indicados anunciados, chegou a hora de especularmos sobre as escolhas dos vencedores do Oscar 2014, em cada categoria. Diversos quesitos são levados em consideração para fazer as apostas, que são sempre uma tarefa divertida de se realizar. O vencedor mais provável, de acordo com nossa opinião e a consideração dos fatores, está sublinhado em cada lista de indicados por categoria, enquanto, grafado em azul, estará o meu favorito pessoal para a vitória, somente nas categorias onde eu já tiver visto ao menos um dos nomeados - e vocês saberão isto através da marcação de um "+" ao lado de cada título visto, somente em sua primeira aparição na lista. Esta postagem será integral e constantemente atualizada até a chegada da cerimônia, no dia 02 de março. Confiram e continuem acompanhando-na:
MELHOR FILME:
Trapaça
12 Anos de Escravidão
Gravidade (+)
O Lobo de Wall Street
Clube de Compras Dallas
Ela
Capitão Phillips (+)
Nebraska
Philomena

MELHOR DIREÇÃO:
Steve McQueen, 12 Anos de Escravidão
David O. Russell, Trapaça
Martin Scorsese, O Lobo de Wall Street
Alfonso Cuarón, Gravidade
Alexander Payne, Nebraska

MELHOR ATOR:
Chiwetel Ejiofor, 12 Anos de Escravidão
Matthew McConaughey, Clube de Compras Dallas
Bruce Dern, Nebraska
Christian Bale, Trapaça
Leonardo DiCaprio, O Lobo de Wall Street

MELHOR ATRIZ:
Amy Adams, Trapaça
Sandra Bullock, Gravidade
Cate Blanchett, Blue Jasmine (+)
Judi Dench, Philomena
Meryl StreepÁlbum de Família (+)

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Michael Fassbender, 12 Anos de Escravidão
Bradley Cooper, Trapaça
Barkhad Abdi, Capitão Phillips
Jared Leto, Clube de Compras Dallas
Jonah Hill, O Lobo de Wall Street

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Lupita Nyong'o, 12 Anos de Escravidão
Jennifer Lawrence, Trapaça
Julia Roberts, Álbum de Família
June Squibb, Nebraska
Sally Hawkins, Blue Jasmine

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Os Croods (+)
Ernest e Célestine
Frozen - Uma Aventura Congelante
Vidas ao Vento
Meu Malvado Favorito 2 (+)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Alabama Monroe (Bélgica)
A Grande Beleza (Itália)
A Caça (Dinamarca) (+)
Omar (Palestina)
A Imagem que Falta (Camboja)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
A um Passo do Estrelato
O Ato de Matar
A Praça Tahrir
Cutie and the Boxer
Guerras Sujas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Woody Allen, Blue Jasmine
Spike Jonze, Ela
Bob Nelson, Nebraska
Eric Singer e David O. Russell, Trapaça
Craig Borten e Melisa Wallack, Clube de Compras Dallas

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
John Ridley, 12 Anos de Escravidão
Julie DelpyEthan Hawke e Richard Linklater, Antes da Meia-noite
Billy Ray, Capitão Phillips
Terence Winter, O Lobo de Wall Street
Steve Coogan e Jeff Pope, Philomena

MELHOR FOTOGRAFIA:
Philippe Le Sourd, O Grande Mestre
Emmanuel Lubezki, Gravidade
Bruno Delbonnel, Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum
Phedon Papamichael, Nebraska
Roger Deakins, Os Suspeitos (+)

MELHOR TRILHA SONORA:
Alexandre Desplat, Philomena
William Butler e Owen Pallett, Ela
John Williams, A Menina que Roubava Livros
Steven Price, Gravidade
Thomas Newman, Walt nos Bastidores de Mary Poppins

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
"Let It Go", Frozen - Uma Aventura Congelante
"The Moon Song", Ela
"Ordinary Love", Mandela
"Alone Yet Not Alone", Alone Yet Not Alone
"Happy", Meu Malvado Favorito 2

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
12 Anos de Escravidão
Gravidade
O Grande Gatsby (+)
Trapaça
Ela

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
O Cavaleiro Solitário (+)
Vovô Sem Vergonha  (+)
Clube de Compras Dallas

MELHOR FIGURINO:
12 Anos de Escravidão
Trapaça
O Grande Gatsby
The Invisible Woman
O Grande Mestre

MELHOR MONTAGEM:
Jay Cassidy e Crispin Struthers, Trapaça
Christopher Rouse, Capitão Phillips
Alfonso Cuarón e Mark Sanger, Gravidade
Joe Walker, 12 Anos de Escravidão
John Mac McMurphy e Martin Pensa, Clube de Compras Dallas

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Gravidade
O Hobbit: A Desolação de Smaug
Homem de Ferro 3 (+)
O Cavaleiro Solitário
Além da Escuridão - Star Trek (+)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
Até o Fim
Capitão Phillips
Gravidade
O Grande Herói
O Hobbit: A Desolação de Smaug

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
O Hobbit: A Desolação de Smaug
Capitão Phillips
Gravidade
Inside Llewyn Davis - Balada de um Homem Comum
O Grande Herói

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Aquel No Era Yo
Helium
Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa?
The Voorman Problem
Avant Que De Tout Perdre (Just Before Losing Everything)

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO:
Get a Horse!
Feral
Mr. Hublot
Possessions
Room on the Broom

MELHOR CURTA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO:
Facing Fear
Karama Has No Walls
The Lady in Number 6: Music Saved My Life
Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall
CaveDigger

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Álbum de Família



August: Osage County, EUA, 2013. Direção: John Wells. Roteiro: Tracy Letts, com base em sua própria peça teatral. Elenco: Meryl Streep, Julia Roberts, Ewan McGregor, Chris Cooper, Margo Martindale, Abigail Breslin, Julianne Nicholson, Juliette Lewis, Dermot Mulroney, Benedict Cumberbatch, Sam Shepard. Duração: 121 min. Lançamento no Brasil: 27 de dezembro de 2013, nos cinemas.

Os círculos de confiança nos apresentados pelo Cinema norte-americano e seus valores conservadores costumam ser encabeçados pela família. Recentemente, podemos perceber um movimento artístico proposto a - positivamente - subverter estes costumes, desconstruindo as relações familiares tradicionais como aprendemos erroneamente a conhecer e refletindo uma sociedade onde o valor da confiança é cada vez mais escasso. Álbum de Família, através da conturbada família Weston, realiza este estudo num dos esforços mais interessantes deste movimento.

Beverly Weston (Sam Shepard, de Amor Bandido) acaba de contratar uma funcionária para trabalhar em sua casa e de sua esposa, Violet (Meryl Streep, de Um Divã Para Dois), provocando a irritação nela por fazê-lo. Enquanto o homem, melancólico e alcóolatra, mantém-se calmo e neutro a tudo o que ocorre, enquanto ela, viciada em medicamentos, exalta-se e perde o controle sobre todas as situações; em nenhum momento nota-se uma relação mais estreita entre eles, ou sequer a presença de relações com os filhos. A presença era praticamente inexistente, realmente, até a partida do patriarca, que desaparece da casa sem oferecer quaisquer explicações à esposa e gera preocupação nesta e nos filhos, que previsivelmente depois viriam a descobrir a morte de Beverly. A situação obriga todos os parentes mais próximos do casal a reunirem-se novamente na casa onde estes moram, e claramente gera desconforto entre os presentes, que embora ligados como família, há tempos não passam por uma aproximação como esta e, desde então, passaram por diversas situações conflituosas e mudanças em suas vidas, influenciando diretamente nos explosivos eventos deste encontro.

A situação em que os Weston, aqui abordada de uma forma diferenciada, é constantemente utilizada dentro da sétima Arte para provocar este tipo de situação, levando suas personagens ao limite de suas relações e instintos por estarem juntamente isoladas naquele ambiente. Se temos situações deste tipo constantemente utilizadas em suspenses de isolamento, por exemplo, Álbum de Família diferencia-se por unir pessoas que já se conheciam e eram aparentemente bastante próximas previamente àquela situação - e aí reside o grande ponto do filme. As expectativas do espectador fazem-no pensar que, por serem familiares, todos os envolvidos ali poderiam superar uma situação controversa facilmente, pois o espaço para as confidências entre eles seria necessário. Mas a proposta da obra acaba por ser, justamente, desconstruir esta expectativa e gerar os sentimentos contrários, uma vez que esta proximidade familiar prova-se praticamente inexistente. Como aponta, em determinado momento, uma das irmãs, Ivy (Julianne Nicholson, de Deixe a Luz Acesa), ela e seus parentes podem ser ligados apenas por um tipo de acidente genético. Isto resume muito bem os sentimentos existentes. 

Se, em nosso conhecimento, a família existe para conhecer nossos segredos e deixar de fazer julgamentos negativos, como alguém que não nos seja tão próximo provavelmente faria, para nos apoiar independentemente das situações adversas, observamos neste caso que este pode ser um valor muito equivocado. Dentro da família Weston, temos parentes possessivos com as atitudes dos outros, integralmente dispostos a julgá-los, mesmo conhecendo tão pouco uns dos outros - algo que mudaria após este dia. Suas relações estão presas por uma corda, prestes a se romper, e uma situação de verdades vindo à tona como esta pode desligar estes últimos resquícios de ligação. Durante a projeção do longa, lembrei-me imediatamente de outra obra também escrita por Tracy Letts, Killer Joe - Matador de Aluguel, que levava as relações de sua família e os instintos de cada um de seus integrantes ao extremo com a chegada de um conflito externo, provocando a revelação de segredos e destruição da confiança entre seus membros, assim como aqui ocorre - claro, não com a mesma crueza e intensidade, pois a proposta é completamente diferente.

O argumento, apesar de render reflexões interessantíssimas, na verdade não seria tão válido se não fosse pelo trabalho de seu elenco. Numa atmosfera quase teatral, com personagens sempre à beira da explosão, as performances dos atores não poderiam falhar, e felizmente cumprem com o que delas se espera. Cada embate entre a personagem de Meryl Streep - excelente, especialmente nos surtos de sua personagem, curiosamente marcados pelos momentos em que esta surge sem sua peruca - e sua filha, Barbara (Julia Roberts, de Larry Crowne - O Amor Está de Volta, igualmente excelente), elevam o nível da produção e exaltam as duas atrizes, cujas personagens, no fundo, revelam espelhar-se em sua possessividade com a família. O elenco surge extremamente confortável na alternância de uma linha tênue entre o cômico - mesmo em situações dramáticas, existem pitadas de humor negro pelo caos observado - e o extremo dramático, com destaques positivos ainda para o casal formado por Chris Cooper (de A Grande Virada) e Margo Martindale (de Secretariat - Uma História Impossível), inicialmente aparentando personagens de único cunho humorístico, e cuja relação evolui a uma sequência de ápice dramático. Se Ewan McGregor (de O Impossível), sempre competente, dá vida à um personagem sem grande influência na trama, destaca-se por apostar numa performance sutil e minimalista - suas ofensas, nos conflitos com Barbara, sempre são mais leves e ditas em tom mais baixo. A identificação entre os familiares surge através de suas personalidades semelhantes; Little Charles (Benedict Cumberbatch, de Além da Escuridão - Star Trek) e Ivy aparentam ser os únicos sem disposição para pré-julgarem seus familiares, por isso acabam se aproximando - e acabam tendo sua felicidade interrompida -, enquanto Jean (Abigail Breslin, de Zumbilândia) e Steve (Dermot Mulroney, de Jobs) são, em tese, os mais novos a conhecerem a convivência que presenciam, o que também os leva a uma inesperada aproximação.

Enquanto a direção de arte representa com perfeição o único ambiente de uma residência familiar, a fotografia investe acertadamente em cores mais frias para representar os sentimentos entre suas personagens, e ainda existe o elemento da direção de John Wells, que sem espaço para destacar-se visualmente - embora as grandes angulares sejam bem empregadas -, foca-se no comando de seu elenco e traz uma série de acertos. Se há um conflito ou outro mal resolvido - como o desfecho, que embora acerte ao não investir nas previsíveis reconciliações, traz uma revelação sem grande necessidade, ou a confusão provocada por Steve e a adolescente Jean, encerrado de forma apressada -, somos compensados pela fantástica sequência do jantar - ápice do longa -, essencial na representação da espessura da linha divisória entre os conflitos daquela família, durante um momento aparentando a mais pura descontração, e no diálogo seguinte variando ao máximo de tensão, até atingirem o limite de sua paciência e gerarem a briga que estampa um dos pôsteres da produção. Este momento, extremamente humano por mais caricato que possa aparentar, representa a síntese deste grande conflito responsável pela narrativa. Pode funcionar na representação do caos, da queda até mesmo de um momento tradicional como o jantar de família - e a queda desta, em si -, família esta que, em tese, deveria ser a última a nos abandonar - mas logo antes da solidão.

[Avaliação final: ***¹/2]


Até a próxima.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Os 20 Melhores Filmes de 2013

Tom Hanks, comemorando após a leitura desta lista.
Demorou um pouquinho além do previsto, mas ainda está valendo. Está na hora de falar dos melhores filmes dos últimos doze meses e perceber que este foi, afinal de contas, um bom ano para o Cinema. Claro, tivemos uma porção de filmes ruins, mas ao olhar para uma lista de melhores como esta, percebemos uma grande quantidade de produções que permearam nossas memórias ainda por um bom tempo, e isto já diz muito. Sem mais delongas, está na hora de relembrar quais foram os 20 Melhores Filmes de 2013, entre todos os lançados comercialmente no Brasil durante o ano, seja nos cinemas ou diretamente em vídeo, na ordem já conhecida. Olha só:

   
20. A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty, EUA, 2012. De Kathryn Bigelow)
19. Capitão Phillips (Captain Phillips, EUA, 2013. De Paul Greengrass)
18. O Mestre (The Master, EUA, 2012. De Paul Thomas Anderson)
17. O Segredo da Cabana (The Cabin in The Woods, EUA, 2012. De Drew Goddard)
   
16. Círculo de Fogo (Pacific Rim, EUA, 2013. De Alfonso Cuarón)
15. Ferrugem e Osso (De Rouille et d'os, França/Bélgica, 2012. De Jacques Audiard)
14. Oblivion (idem, EUA, 2013. De Joseph Kosinski)
13. Faroeste Caboclo (idem, Brasil, 2013. De René Sampaio)
   
12. O Som ao Redor (idem, Brasil, 2013. De Kléber Mendonça Filho)
11. A Viagem (Cloud Atlas, EUA/Alemanha/Hong Kong/Cingapura, 2012. De Andy Wachowski, Lana Wachowski, e Tom Tykwer)
10. Django Livre (Django Unchained, EUA, 2012. De Quentin Tarantino)
9. Além da Escuridão - Star Trek (Star Trek Into Darkness, EUA, 2013. De J.J.Abrams)
   
8. Dossiê Jango (idem, Brasil, 2013. De Paulo Henrique Fontenelle)
7. Dentro da Casa (Dans la Maison, França, 2012. De François Ozon)
6. Sete Psicopatas e um Shih Tzu (Seven Psychopats, Reino Unido, 2012. De Martin McDonagh)
5. Killer Joe - Matador de Aluguel (Killer Joe, EUA, 2011. De William Friedkin)
   
4. A Caça (Jagten, Dinamarca/Suécia, 2012. De Thomas Vinterberg)
3. Procurando Sugar Man (Searching for Sugar Man, Suécia/Reino Unido, 2012. De Malik Bendjelloul)
2. Amor (Amour, Áustria/França/Alemanha, 2012. De Michael Haneke)
1. Os Suspeitos (Prisoners, EUA, 2013. De Dennis Villeneuve)

Posso pressentir um misto de discórdia e empolgação surgindo entre os amantes do Cinema - ou não, o mais provável. Até a próxima.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Os 20 Piores Filmes de 2013

Esta lista tem o apoio de Michael Bay.
Enfim, chegou a hora. Depois de tantos filmes lançados e vistos durante 2013, chegamos ao momento de fazer uma retrospectiva do Cinema neste ano, começando com esta lista aqui, dos piores do ano, passando por nossa lista dos melhores - que será publicada amanhã - e, por fim, com o levantamento das produções vistas no ano e considerações sobre os últimos doze meses na sétima Arte. 

Este é, provavelmente, o momento mais divertido desta retrospectiva, onde nos lembramos daquelas obras das quais nos arrependemos de termos perdido tempo assistindo, das grandes bombas, ou mesmo daqueles filmes que nem são tão terríveis, mas tinham tudo para serem bem melhores do que seu resultado final. Sim, camaradas, são Os 20 Piores Filmes de 2013, na opinião do Cinema Voador, entre todos aqueles lançados comercialmente no Brasil em 2013, seja no cinema ou diretamente para vídeo, na ordem do menos pior até o mais sofrível entre estas duas dezenas. Olha só:

   
20. Bling Ring - A Gangue de Hollywood (The Bling Ring, EUA, 2013. De Sofia Coppola)
19. Segredos de Sangue (Stoker, EUA/Reino Unido, 2013. De Park Chan-Wook)
18. Thor - O Mundo Sombrio (Thor: The Dark World, EUA, 2013. De Alan Taylor)
17. O Casamento do Ano (The Big Wedding, EUA, 2013. De Justin Zackham)
   
16. Um Bom Partido (Playing for Keeps, EUA, 2012. De Gabriele Muccino)
15. O Homem Mais Procurado do Mundo (Seal Team Six: The Raid on Osama Bin Laden, EUA, 2012. De John Stockwell)
14. Conexão Perigosa (Paranoia, EUA, 2013. De Robert Luketic)
13. Temporada de Caça (Killing Season, Bélgica, 2013. De Mark Steven Johnson)
   
12. Riddick 3 (Riddick, EUA, 2013. De David Twohy)
11. Sem Dor, Sem Ganho (Pain&Gain, EUA, 2013. De Michael Bay)
10. Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City of Bones, EUA, 2013. De Harald Zwart)
9. Minha Mãe é uma Peça - O Filme (idem, Brasil, 2013. De André Pellenz)
   
8. Os Amantes Passageiros (Los Amantes Pasajeros, Espanha, 2013. De Pedro Almodóvar)
7. Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2, EUA, 2013. De Pierre Cofin e Chris Renaud)
6. Sharknado (idem, EUA, 2013. De Anthony C.Ferrante)
5. Dezesseis Luas (Beautiful Creatures, EUA, 2013. De Richard LaGravenese)
       
4. Os Três Patetas (The Three Stooges, EUA, 2012. De Bobby e Peter Farrelly)
3. O Concurso (idem, Brasil, 2013. De Pedro Vasconcelos)
2. Crô - O Filme (idem, Brasil, 2013. De Bruno Barreto)
1. Gente Grande 2 (Grown Ups 2, EUA, 2013. De Dennis Dugan)

Dedicatória: Está lista é especialmente dedicada aos amigos André Motta, que considera o novo Os Três Patetas a melhor comédia de todos os tempos, Júnior Faoro, que luta na justiça para poder casar-se oficialmente com um minion, tamanho seu amor por Meu Malvado Favorito 2, e Tullio Dias, apaixonado por Dwayne Johnson e seus músculos após ter visto a "obra-prima de Bay", Sem Dor, Sem Ganho. Abraços a vocês. 

A discórdia está - ou não - plantada. Até a próxima.